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“Smoke on the water” tem melhor riff de guitarra

Abril 6, 2008

“Smoke on the water”sucesso de 1973 do Deep Purple, tem o melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo pesquisa de opinião conduzida por uma escola de música em Londres na qual já estudaram membros de bandas importantes como Radiohead, The Kinks e The Cure.

O riff de quatro notas de Ritchie Blackmore fica a frente da famosa música do Nirvana, Smells Like Teen Spirit e Walk This Way do Aerosmith. A pesquisa fora feita pela London Tech Music School para coincidir com o aniversário de 25 anos da escola.

Grande maioria dos riffs citados na lista foram escritos à mais de 20 anos, algo facilmente explicado pelo director do departamento de Guitarra e Baixo da escola, John Wheatcroft. “Aquela foi uma época marcante para a guitarra eléctrica “. Mais um dado para comparação é o fato que, 16 das músicas da lista foram escritas por bandas americanas, 7 por bandas inglesas e 2 por bandas australianas (sendo de autoria do AC/DC ambas).

Confira a lista completa abaixo:

1. “Smoke on the water” — Deep Purple (1973)

2. “Smells like teen spirit” — Nirvana (1991)

3. “Walk this way” — Aerosmith (1975)

4. “Purple haze” — Jimi Hendrix (1967)

5. “Sweet child o mine” — Guns N’ Roses (1987)

6. “Paradise city” — Guns N’ Roses (1987)

7. “Ace of spades” — Motorhead (1980)

8. “Enter Sandman” — Metallica (1991)

9. “Under the bridge” — Red Hot Chilli Peppers (1992)

10. “Welcome to the jungle” — Guns N’ Roses (1987)
11. “Run to the hills” — Iron Maiden (1982)
12. “Walk” — Pantera (1992)
13. “Johnny be goode” — Chuck Berry (1958)
14. “Back in black” — AC/DC (1980)
15. “Immigrant song” — Led Zeppelin (1970)
16. “Wake up” — Rage Against The Machine (1992)
17. “Highway to hell” — AC/DC (1979)
18. “My generation” — The Who (1965)
19. “7 Nation army” — The White Stripes (2003)
20. “Born to be wild” — Steppenwolf (1968)
21. “Give it away — Red Hot Chilli Peppers (1991)
22. “Paranoid” — Black Sabbath (1970)
23. “Voodoo Chile (Slight Return)” — Jimi Hendrix (1967)
24. “Eye of the tiger” — Survivor (1982)
25. “Money for nothing” — Dire Straits (1984)

Fonte: G1>Músicas

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Rock-in-time: California Jam Blackmore

Abril 6, 2008

Blackmore no California Jam

Em 6 de abril de 1974, o Deep Purple se apresentou na Califórnia para uma platéia de 200 mil pessoas - era o festival California Jam, que duraria 12 horas e seria liderado pelo grupo. O show, e particularmente o mau humor de Blackmore com o fato de ter de começar a tocar antes do anoitecer com câmeras em cima do palco, ficou famoso por ser explosivo: o guitarrista destruiu uma câmera em funcionamento com sua guitarra e, não contente, explodiu um amplificador. A silhueta do guitarrista em frente às chamas do amplificador é uma das cenas mais poderosas de toda a iconografia do rock. Trinta anos depois, Josh White, diretor de filmagens do evento, lembrou de como ele pode tê-lo induzido a isso:

“Eu falei com ele na noite anterior. O Deep Purple fez um ensaio técnico, e eu perguntei se ele ia quebrar a guitarra dele. E Richie disse: ’sim, talvez. Sei lá, que merda’. Ele estava meio puto com várias coisas que não tinham nada a ver comigo. E eu disse: ‘Veja, se você for quebrar a guitarra, privilegie a câmera. Vou fazer uma bela filmagem e vai ficar genial’. E ele privilegiou bem a câmera, gerando US$ 8 mil de prejuízo.”

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Headstock da guitarra de Zakk Wylder destruído

Abril 5, 2008

No dia 3 de Abril, Ozzy Osbourne, Black Label Society e Korn apresentaram-se no Rio Arena, no Rio de Janeiro como parte da turnê do último álbum de Ozzy Osbourne, “Black Rain”.

O espectáculo decorrera sem problemas até o final da apresentação de Ozzy, quando Zakk Wylde, considerado um dos maiores guitarristas do mundo actualmente, tocava a música Paranoid do Black Sabbath com sua guitarra Gibson Les Paul Rebel, uma relíquia, sendo ele o único que possuí essa guitarra. Ao final da música, Wylde lançara sua guitarra para a plateia como sempre faz em suas apresentações. Mas, para sua surpresa a guitarra, que sempre voltava as suas mãos, não voltara dessa vez. Wylde, quando repara no imprevisto, pulara para o meio da plateia para recuperar o seu instrumento com os seguranças a ajudá-lo, porém, ele volta ao palco com o headstock da guitarra quebrado enquanto Ozzy Osbourne e o resto da banda continuam a apresentação sem saberem do ocorrido. Após o final da música, os integrantes da banda foram consolar Zakk, que estava extremamente com ódio do acontecimento.

Pelo visto alguém pouco inteligente (para não chamar de outros nomes) quebrara a guitarra de Wylde quando essa chegara a suas mãos na plateia. O instrumento que tem um valor na faixa de 50 à 80 mil dólares deve ter sido uma perda dura a Zakk Wylde.

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“Shine a Light” os Rolling Stones por Martin Scorsese

Abril 5, 2008

Shine a Light

Parece que está na moda em Hollywood lançar filmes-documentários de super shows com bandas eternas do rock com a estreia de “U23D” (clique aqui para saber mais) e “Shine a Light”.

“Shine a Light” trata-se de um documentário filmado durante o show The Rolling Stones Shine a Light realizado no famoso Beacon Theater em Nova York, no outono de 2006, tendo todos os detalhes das apresentações e intimidades dos bastidores sendo registadas por Martin Scorsese e uma equipe de primeira (destaque para Christina Aguilera).

A reunião entre o director de cinema premiado com um Óscar e a maior banda de rock n’ roll do mundo não pode ser algo ruim e estou ansioso para estreia dessa película em Portugal em 10 de Abril.

Abaixo podes conferir o trailer magnífico do filme:

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iTunes ultrapassa Wal-Mart na venda de músicas

Abril 5, 2008

Mostrando o aumento da popularidade da compra de músicas na Internet, um estudo independente apresenta dados que mostram que o iTunes vendeu mais músicas nos meses de Janeiro e Fevereiro do que a imponente rede de super-mercados Wal-Mart. Fazendo com que o serviço de músicas online da Apple, o maior provedor de músicas dos E.U.A. Essa foi a primeira vez que o iTunes conseguira tal incrível marca. Mas, essa situação não deve se prolongar por muito tempo com lançamento de novos álbuns por parte da Madonna, Mariah Carey e outros, que devem trazer de volta a liderança do mercado de músicas para o velho (mas ainda forte) CD.

iTunes

Fonte: Rolling Stones

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Jimi Hendrix com The Rolling Stones

Abril 4, 2008

Não, não. Esse não é um vídeo com Jimi Hendrix tocando ao vivo com The Rolling Stones (se assim pode se dizer). Essa reunião de sonho acontecera no vestuário do Madison Square Garden em 1969, quando Hendrix, que na época morava em Nova York, tocara alguns jams com Mike Taylor.

Essa no entanto não fora a primeira reunião entre eles. Em 1967, em San Franciso no Fillmore West, eles haviam se juntado com algumas pessoas do Grateful Dead e tocaram jams a noite inteira, e o mesmo se repetira num pequeno clube em Londres chamado Speakeasy. Mike Taylor se impressionara com Hendrix quando esse tocara com uma guitarra para destros apesar de ser canhoto como disse nessa entrevista: (em inglês)

“One time, he came to this little club in London called the Speakeasy. It was a little club that musicians came to … Hendrix came there anyway… it was that kind of club that musicians used to go to in the evening. He wanted to play, but there was no spare guitar… I’m right handed …and he’s left-handed…and all he did was just turn it upside-down … It was amazing to hear someone play so well…and with the guitar backwards! Jimi Hendrix could play both ways…which is quite phenomenal.

I’ve never met anyone else that could do that. It’s like playing the piano backwards…. Because all the strings and notes are reversed. He seemed to be able to play equally well both ways … which is quite phenomenal.”

Abaixo pode conferir o vídeo de Jimi Hendrix tocando com Mike Taylor no vestuário do Madison Square Garden.

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Tears in Heaven: A expressividade da música

Abril 4, 2008

Uma música composta por Eric Clapton e cantada magistralmente pelo mesmo, Tears In Heaven, deu a Eric Clapton o luxo de ser vencedor de três prémios Grammy: Canção do Ano, Gravação do Ano e Melhor Performance de Voz Pop Masculina.

Mas, para mim, o maior destaque dessa canção é o seu alto poder de comover as pessoas, mostrando-se como um grandioso exemplo de um dos valores da música: expressão. Composta após a trágica morte de seu filho, Conor Clapton, em 20 de Março de 1991, de 4 anos que morrera ao cair da janela de um prédio em Nova York, a letra demonstra toda a dor da perda de seu filho, e dito pelo próprio Eric Clapton, ajudou-o a superar a perda.

A música retrata os simples desejos de Clapton, que seu filho lembre-se dele e ele tenha encontrado paz do no Paraíso enquanto ele aguenta o sofrimento porque sabe que não pode ficar no Paraíso.

Em 2004, Eric Clapton decidiu parar de executar Tears In Heaven porque a considerava demasiado emocional para ser executada em público e, apesar de ser uma canção pessoal dele, tornou-se num hit universal.

Abaixo podem conferir a letra original da música tirada do site Vagalume.

Eric Clapton - Tears In Heaven

 

Would you know my name if I saw you in Heaven?
Would it be the same if I saw you in Heaven?
I must be strong and carry on,
‘Cause I know I don’t belong here in Heaven.

 

Would you hold my hand if I saw you in Heaven?
Would you help me stand if I saw you in Heaven?
I’ll find my way through night and day,
‘Cause I know I just can’t stay here in Heaven.

 

Time can bring you down; time can bend your knees.
Time can break your heart, have you begging please,
begging please.

 

Beyond the door there’s peace I’m sure,
And I know there’ll be no more tears in Heaven.

 

Would you know my name if I saw you in Heaven?
Would it be the same if I saw you in Heaven?
I must be strong and carry on,
‘Cause I know I don’t belong here in Heaven
‘Cause I know I don’t belong here in Heaven

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U23D

Abril 4, 2008

“Esse é o futuro dos filmes de concertos” por Toronto Star. Muito se tem falado desse utópico que promete levar o modo de apresentar vídeo de concertos para um novo patamar, sendo a banda U2, liderada por Bono Vox e famosa por seus concertos únicos cheios de efeitos especiais, a pioneira dessa nova empreitada.

Para os que ainda não ouviram falar desse novo filme, U23D fora filmado no tour Vertigo realizado na América do Sul em 2006 (possuindo cenas de todos). O filme promete levar as salas de cinema a emoção de assistir a um show ao vivo do U2 dentro de um estádio, combinando tecnologia 3D com um prepotente 5.1 Surrond Sound. Sendo 3D o nome dado a imagens de duas dimensões elaboradas de forma a proporcionarem a ilusão de terem três dimensões.

O filme é dirigido por Catherine Owens e Mark Pellington e tem 85 minutos de duração, sendo exibido em mais de 1.200 salas de cinema no mundo equipados sistemas de projecção 3D e nas salas IMAX em mais de 38 países. Em Portugal estreia hoje nos cinemas Lusomundo. Caso algum leitor já tinha visto poderia deixar-nos sua opinião.

Abaixo podes conferir o trailer oficial de U23D:

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